Topo do Franchising · Edição 12
AFS
Hudson Vieira e Karolina Nantes · Março
No fim, não é só sobre açaí É sobre modelo. É sobre execução. É sobre gente.
A AFS não se posiciona apenas como uma rede em crescimento. Mas como uma plataforma de desenvolvimento. Um negócio onde o franqueado não apenas opera… evolui.
Onde o crescimento não acontece sozinho. E nem faria sentido se acontecesse.
Empreendedor constrói negócios onde crescer junto é única forma de crescer de verdade.
Nosso crescimento só faz sentido quando é compartilhado.
Existe uma diferença clara entre crescer… e crescer de forma consistente. No caso da AFS, essa diferença não é discurso. É estrutura.
“Crescer junto é a única forma de crescer de verdade.”
Essa visão, que guia o fundador desde o início, não define apenas a cultura da empresa define o modelo. Porque, desde o primeiro dia, o crescimento nunca foi individual. Sempre foi coletivo.
A história começa em 2016, em Feira de Santana, na Bahia. Um mercado em expansão. Um produto com demanda real. Mas uma falha evidente: Falta de padrão. Falta de consistência. E, principalmente, ausência de modelos preparados para escalar.
“Existia demanda, mas não existia cuidado.”
Foi nesse espaço que a AFS encontrou sua oportunidade. Não de entrar no mercado. Mas de reorganizá-lo.
Como toda operação sólida, o começo foi menos sobre expansão… e mais sobre validação. Poucos recursos. Múltiplos ajustes simultâneos. Produto, operação e modelo sendo construídos ao mesmo tempo. Era o tipo de fase que define o futuro de qualquer negócio.
E o ponto de virada veio rápido com a primeira loja. O estoque esgotou. A demanda respondeu. E algo ficou claro: Ali existia um modelo com três características raras juntas:
Mas, mesmo assim, a decisão não foi acelerar. Foi estruturar.
Desde cedo, o potencial de franquia já era evidente. Mas a AFS seguiu um caminho diferente da maioria. Optou por esperar. A decisão foi clara: não vender expansão antes de ter certeza da entrega. O modelo de franquia começou a ser estruturado ainda no primeiro ano. Mas só foi aberto oficialmente ao mercado no final de 2024. Entre esses dois momentos, a empresa fez o que poucos fazem: Construiu base. E essa base incluiu algo essencial para escala: Uma estrutura industrial própria, com três fábricas operando.
“A AFS não trabalha com projeções vagas. Trabalha com construção.”
Hoje, a AFS já conta com 35 unidades em operação, presentes em estados como Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. E o próximo movimento já está definido: São Paulo. Mas o crescimento segue um princípio claro: Não crescer por crescer. Crescer com padrão. A rede também avançou internamente, estruturando o grupo TFS e ampliando sua capacidade produtiva com três fábricas garantindo controle, qualidade e consistência.
“Cada nova unidade representa um avanço real.”
Entre os números, existe uma história que resume o impacto da AFS. Uma enfermeira decidiu mudar de carreira. Entrou na rede com uma unidade. Executou. Aprendeu. Expandiu.
Hoje, administra 8 lojas. E ultrapassa R$ 1,5 milhão de faturamento mensal. Mais do que crescimento financeiro, existe algo maior: Uma mudança de direção.
“Não é só resultado. É uma vida que mudou.”
O objetivo é claro: 300 unidades até 2030. Mas o caminho para isso não é aceleração desordenada. É consistência.
No fim, não é só sobre açaí É sobre modelo. É sobre execução. É sobre gente.
A AFS não se posiciona apenas como uma rede em crescimento. Mas como uma plataforma de desenvolvimento. Um negócio onde o franqueado não apenas opera… evolui.
Onde o crescimento não acontece sozinho. E nem faria sentido se acontecesse.
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