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Capa da edição 20 da revista Topo do Franchising: ÓTICAS GÓES

Topo do Franchising · Edição 20

ÓTICAS GÓES

Priscila Góes e Henrique Andrade · Julho 2026

Início/Revista/Edição 20

Topo do Franchising · Edição 20

ÓTICAS GÓES

“Nossa intenção é que o cliente se sinta valorizado desde o momento em que entra na loja.”

Priscila Góes e Henrique Andrade · Julho 2026


Capa

Marca

ÓTICAS GÓES

Vivemos hoje o movimento perfeito entre posicionamento, maturidade e expansão.

Fundadores

Priscila Góes Henrique Andrade

Crescer com verdade, atender com excelência e construir uma marca que as pessoas tenham orgulho de indicar.

Início de tudo

Existem mercados onde os produtos acabam parecendo iguais. No setor óptico, isso acontece com frequência. As vitrines mudam. As coleções acompanham tendências. As marcas se renovam visualmente. Mas, na prática, grande parte das experiências continua funcionando da mesma forma: atendimento rápido, pouca conexão e foco apenas na venda.

Foi justamente nesse cenário que nasceu a Óticas Góes. Não como uma empresa construída para vender óculos. Mas como uma marca criada para fazer as pessoas se sentirem cuidadas.

“Desde o início, a nossa visão nunca foi apenas comercializar produtos. Queríamos construir um lugar onde as pessoas realmente se sentissem bem atendidas.”

Priscila Góes fala sobre isso com a tranquilidade de quem conhece o setor de perto. Antes da marca existir oficialmente, ela já carregava anos de experiência no mercado óptico. Conhecia a operação, entendia o comportamento do cliente e, principalmente, percebia algo que considerava ausente no segmento: Humanização.

A Óticas Góes nasceu em 2021, em São Paulo, justamente no período mais crítico da pandemia. Enquanto muitas empresas tentavam sobreviver às incertezas daquele momento, Priscila e Henrique Andrade decidiram iniciar uma operação nova. Mas a proposta já nascia diferente.

Ao invés de construir uma ótica tradicional, o objetivo era criar uma marca moderna, organizada e emocionalmente próxima das pessoas. depois.

“Percebíamos que muitas óticas focavam apenas no produto e esqueciam completamente da experiência do cliente.”

Essa percepção acabou se tornando uma espécie de direção para tudo que veio depois.

Ao falar sobre os primeiros anos da marca, Priscila evita romantizar o processo. Ela lembra que o desafio não era apenas vender. Era construir credibilidade em um mercado extremamente competitivo. E isso exigia consistência.

“Precisávamos provar diariamente que era possível entregar uma experiência diferente.”

Mas existe um ponto da trajetória que ela considera decisivo. O momento em que a empresa percebeu que, para crescer de verdade, precisaria evoluir internamente primeiro. Foi quando começaram os investimentos mais fortes em treinamento, cultura, gestão e desenvolvimento da equipe. A marca passou a frequentar ambientes empresariais mais estratégicos, ampliar repertório e refinar a visão sobre expansão.

“Começamos a enxergar oportunidades que antes não percebíamos.”

Esse movimento mudou o nível da operação.

Existe uma particularidade no mercado óptico que a Óticas Góes entendeu cedo. O cliente compra algo que não consegue visualizar completamente naquele momento. A lente será produzida depois. O resultado vem mais tarde. Isso faz com que a relação de confiança seja ainda mais importante. Por isso, o atendimento passou a ser tratado como parte central da marca. A equipe foi treinada para entender rotina, necessidade e comportamento do cliente antes de indicar qualquer solução.

“Nós queríamos que as pessoas saíssem da loja sentindo segurança na decisão que tomaram.”

Talvez seja justamente isso que ajudou a fortalecer a fidelização da marca nos últimos anos.

“Nossa intenção é que o cliente se sinta valorizado desde o momento em que entra na loja.”

Hoje, a Óticas Góes trabalha com óculos de grau, solares e soluções ópticas de alta qualidade. Mas, curiosamente, quando Priscila fala sobre o principal produto da marca, ela não menciona armações nem lentes. Ela fala sobre experiência. Sobre o ambiente. Sobre recepção. Sobre sensação de acolhimento. Essa construção acabou moldando o posicionamento da empresa. A Óticas Góes passou a ocupar um espaço mais moderno dentro do segmento óptico: uma marca acessível, organizada e próxima, mas sem abrir mão de percepção premium.

A ideia de transformar a operação em franquia não surgiu de forma imediata. Ela começou a ganhar força quando a empresa percebeu que o modelo funcionava de maneira consistente. Ao mesmo tempo, começaram a surgir perguntas recorrentes de empresários interessados em abrir unidades. Foi aí que a percepção mudou.

“Nós entendemos que já não estávamos construindo apenas uma ótica. Estávamos construindo uma marca.”

A estruturação da franquia começou oficialmente em 2026. Mas a sensação é de que esse movimento já vinha sendo preparado há algum tempo.

O episódio que reforçou o propósito da marca

Ao ser perguntada sobre o momento mais marcante da trajetória da empresa, Priscila não cita faturamento, expansão ou crescimento. Ela lembra de uma ação social. Uma criança recebeu os óculos e, pela primeira vez, conseguiu se enxergar com clareza diante do espelho. “Foi um sentimento muito genuíno.” A lembrança ainda emociona porque, segundo ela, foi naquele momento que ficou evidente o impacto real do trabalho que a empresa realiza.

A Óticas Góes entra agora em uma nova fase.

Mais estruturada. Mais madura. E mais preparada para crescer.

Mas mantendo algo que esteve presente desde o início: A ideia de que atendimento não deve ser tratado como detalhe.

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